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QUARESMA 2026

  • Foto do escritor: Pe. Aldino Aloysio Barth
    Pe. Aldino Aloysio Barth
  • 13 de fev.
  • 2 min de leitura

Pe. Aldino Aloysio Barth


Tudo fui com tudo dentro de mim, como a caminho de um grande tesouro. Quaresma meu tempo, meu silêncio, minhas rupturas, e escolhas, profundidade e o rosto das pessoas e de Deus da vida. Da escuta e da renúncia. Da alegria superior a todos as ofertas mundanas. O tesouro pequenino como o maior bem buscado, chorado e sofrido nos dias da vida. Quaresma deste tempo, pelos anos vividos, pelo Sacerdócio oferecido e entregue de mim mesmo. Quaresma do caminho, do corpo cansando e do espírito vibrando. Acendo a vela, e contemplo a luz a se enxergar, nunca sem brilho e cor. Sempre a esquentar tal qual o amor da vida e momentos de grande luz e calor, outros frios e pesados. Vejo a luz da vida e o seu calor, qual Cristo Jesus, luz e calor da alma e da vida Quaresma do silencio, a ele entear em nada a pensar, tudo a dar. Chorar a miséria praticadas e vivida. E contemplo nos rostos tantos sem fim e eu contemplar, participar de nosso tempo e de nossas estradas, dos feitos e das alegrias e tantas tristezas. Quaresma da cruz de Jesus e de todos os humanos. Quaresma da escuta das almas, a dar perdão e misericórdia a tantos e tantas que nem a desejam. Pés na alma da gente a recusa oferecida de tantos modos, e a gente a pedir, implorar. Tudo o que se passa dentro de mim, vem de longe, de tantas outras pessoas e foram britar em meu corpo e em meu tempo, sou culpa de tanta coisa e serviço, de outros e alegria da fé e da espera de nosso querido Pai dos Céus. Quaresma da cruz, do perdão, do silêncio o mais profundo, da graça e da comunhão, da palavra e dos tempos que se vão indo, poucos restam e tudo agora em diante é vosso amor e meu passo em tudo busca. Quaresma do encontro, da Páscoa de nós mesmos. Sobrou fumaça da luz apagada, para brilhar na luz fonte de tudo.

 
 
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