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PRAÇA HUMANA

Foto do escritor: Pe. Aldino Aloysio Barth
Pe. Aldino Aloysio Barth
2 de out.
1 min de leitura

Pe. Aldino Aloysio Barth


Praça é descanso, encontro e espera, silencio e manifestação.

Praça dos namoros, festas e tristezas, espaço para política e opiniões, dos fuxicos e fofocas.

Espaço de esportes e conflitos.

Oferece espaço para necessidades do corpo, de água, frio e calor.

Em cada parte da cidade, ou vila a praça alonga a casa.

Praça vira pracinha das crianças com balanço, brinquedo e banco da mãe.

A praça do sol, do jornal, das ideias, valores e as políticas sociais.

Praça é palco de músicas e danças, de arte e de negócio,

Praça não fecha, nem dia e nem noite, faça seca ou chuva. Não abre e nem fecha. É universal em tudo, sem Bíblia e sem Cruz.

Ali vimos o castigo do escravo, a morte do condenado.

Nas praças há flores e cores, bancos a esperar.

A praça se faz casa de todos, do morador e do peregrino.

Na praça se encontram bons e maus, artistas e desalmados.

Ali alguém espera e outro encontra. Toda cidade oferece sua praça ao estrangeiro sentar. Esta nobre sala de toda cidade, em seu nobre coração a abraçar

Assim, há praça dos Poderes, Praça da liberdade, da Independência, do Trabalho e também da Bandeira da cidade, do Estado e da Pátria.

Tem praça dos Poderes, Praça da Coroação, Praça da liberdade, da Independência, do Trabalho e também da Bandeira da cidade, do Estado e da Pátria.

A praça acolhe as honras dos filhos, o fogo pátrio, os perfumes e cantos.

Hinos e solenidades. A noite o Guarda cuida e o galo canta e o sol voltou.

 
 
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