PRAÇA HUMANA

Pe. Aldino Aloysio Barth
Praça é descanso, encontro e espera, silencio e manifestação.
Praça dos namoros, festas e tristezas, espaço para política e opiniões, dos fuxicos e fofocas.
Espaço de esportes e conflitos.
Oferece espaço para necessidades do corpo, de água, frio e calor.
Em cada parte da cidade, ou vila a praça alonga a casa.
Praça vira pracinha das crianças com balanço, brinquedo e banco da mãe.
A praça do sol, do jornal, das ideias, valores e as políticas sociais.
Praça é palco de músicas e danças, de arte e de negócio,
Praça não fecha, nem dia e nem noite, faça seca ou chuva. Não abre e nem fecha. É universal em tudo, sem Bíblia e sem Cruz.
Ali vimos o castigo do escravo, a morte do condenado.
Nas praças há flores e cores, bancos a esperar.
A praça se faz casa de todos, do morador e do peregrino.
Na praça se encontram bons e maus, artistas e desalmados.
Ali alguém espera e outro encontra. Toda cidade oferece sua praça ao estrangeiro sentar. Esta nobre sala de toda cidade, em seu nobre coração a abraçar
Assim, há praça dos Poderes, Praça da liberdade, da Independência, do Trabalho e também da Bandeira da cidade, do Estado e da Pátria.
Tem praça dos Poderes, Praça da Coroação, Praça da liberdade, da Independência, do Trabalho e também da Bandeira da cidade, do Estado e da Pátria.
A praça acolhe as honras dos filhos, o fogo pátrio, os perfumes e cantos.
Hinos e solenidades. A noite o Guarda cuida e o galo canta e o sol voltou.