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MARIA APARECIDA, PADRPOEIRA DO BRASIL

Foto do escritor: Pe. Aldino Aloysio Barth
Pe. Aldino Aloysio Barth
8 de out.
1 min de leitura

Pe. Aldino Aloysio Barth


Em 1717 os escravos, pescadores escravos do Estado, foram pescar por ordem do patrão. Nada pescaram, senão já quilômetros, do rio abaixo, na rede veio uma imagem corpo duma senhora de gesso, negra e de mãos em oração. Outros tantos quilômetros abaixo no rio, veio na rede uma cabeça de mulher de igual jeito e viram que era a cabeça dela. Aí riram e deram uma última lançada de rede e veio tanto peixe, que encheram o barco. Os escravos eram desprezados, judiados, pobres analfabetos, viviam em choupanas e conviviam sua desgraça. Foi quando se deram conta: “ O céu gosta de nós; Quem veio ao nosso encontro, sebão alguém igual a nós. Pequena imagem, 33 centímetros. Muda, não fala, igual aos escravos não podiam falar, tinha que ficar quieto. Preta de cor, como era sua “gene”. Começaram a rezar o rosário, todas as noites, nas casas. Os escravos do Brasil ficaram sabendo aos poucos e se estendeu pelo Brasil o aviso. E se tornaram devotos da santa. E o nome de Aparecida veio deles. A imagem aparecida.


Só em 1931, o papa Pio XI a pedido a declarou Padroeira do Brasil. Oficializou. Isto é história, fato, não é ideia, nem religião, nem é lei brasileira. Não está escrito nem na Bíblia, nem no inferno. Isto não é ciência, nem estudo, nem lei.

 
 
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