JEJUM, É SAÚDE E GRAÇA
- Pe. Aldino Aloysio Barth

- 27 de fev.
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Pe. Aldino Aloysio Barth
Nos inicios de nossas sociedades cívicas existiam as comunidades cristãs, guiadas pela espiritualidade do jejum, da abstinência, da oração e da caridade. Este tempo forte de quaresma e de advento restauravam e preparavam o brio desta gente migrante que tinha disposição para se auxiliar e sonhar, com sua união e entre ajuda, seus sofrimentos e doenças, sem médicos e enfermeiros, sem farmácias e sem remédios, mas tinham a inteligência e a pesquisa, o espírito de luz e de vida e com estas ferramentas fizeram maravilhas. Neste tempo silencioso nasceram os filhos destas terras, animados, por esperança até do céu, e caridade de irmãos, superando ódios e vinganças, animados pelos seus líderes cristãos e pelos mandamentos que seguiam. A verdade se tornou clara para nós hoje. O jejum tempera os humanos. Não dá apenas saúde física e espiritual, mas cria princípios, ordenamentos, experiências e sonhos. O silêncio dum jejum de carne domina o instinto do mal e da vingança, de ódios e desamores. O jejum de carne, de bebida, de vaidades e luxos, recolhia a pessoa a sua interioridade, a vida onde mora e onde decide seus atos e onde todo santo dia, se renova e anima. O jejum é necessário para o carácter, o brio e a disposição de grandes obras e vidas. O jejum de nossos pais não foi inútil, ele é nosso sonho. Sem jejum nada sacrifica nada e nada vai temperar e não capacitar pera um tempo cada vez mais difícil o social e a convivência. O jejum até Jesus fez e os grandes santos todos foram seus adeptos fieis. O jejum nunca deverá ser desprezado. Esta é a graça humana e por sua vez a graça divina que infunde um novo espírito e desejo uma nova família e um novo amor. O jejum humano avança e é capaz de um amor divino em cada família e vida de comunidade hoje.