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HISTORIA RELIGIOSA DE SELBACH

  • Foto do escritor: Pe. Aldino Aloysio Barth
    Pe. Aldino Aloysio Barth
  • 17 de jun.
  • 2 min de leitura

Pe. Aldino Aloysio Barth


Tento escrever e celebrar a história religiosa de Selbach. Outros talvez já o tentaram, mas não tive acesso. Não pretendo ser nem o único e nem o primeiro, apenas, como filho da Terra, descrever do que vivi, como testemunha viva e do que ouvi de nossos pais e antepassados. Tudo inicia quando o Loteamento foi descoberto e a maior parte dos moradores chegaram, no início do século. No mapa do Loteamento Coronel Jacob Selbach, constava lugar para a igreja, escola, cemitério e área disponível. Os cristãos católicos organizaram uma associação católica, com contribuição de cada qual. E compraram, assim consta na escritura única da quadra D, com 19 terrenos e os dois lotes urbanos, no atual cemitério, onde já havia túmulo. A partir daí, pensavam numa capela e ao mesmo tempo escola para os filhos, com professor de língua alemão, que a comunidade pagava. Esta região pertencia à Diocese de Santa Maria, que entregou aos cuidados dos freis franciscanos já residentes em Não Me Toque, que começaram o atendimento religioso, também em Ibirubá e um tanto em Tapera, a verificar em Não me Toque. E ali foi plantada a cruz, sinal de pertença e da posse, como pertencente à Igreja. E aí construíram primeiro um salão escola, missa, assembleia, terços e todos os domingo de tarde as três horas. Destes encontros, com a vinda dos freis sentiram necessidade de um grupo maior de oração e se iniciou, com o rosário a fazer grupos para estar nas famílias mais longínquas e rezar nas famílias. Assim, juntando as forças tudo numa Congregação Mariana, com coordenação e ajuda aos freis, que administravam a catequese para as crianças, pelo Catecismo, que os padres jesuítas já usavam nas Colônias. Neste tempo surgiu a guerra na Alemanha, com o Nazismo e 1917 aparece Maria em Fátima e era ordem rezar o terço, com as crianças de Fátima, pela paz e pelos povos e nações. Desde aí a devoção a N S de Fátima se tornou também popular aqui e nas famílias.

 
 
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